- Sou muito tímida quando estou em grupos. Tenho certeza que muita gente me acha chata e metida porque quando estou num grupo geralmente fico caladona, mas juro que é pura timidez e que eu sou assim mesmo. Por isso, às vezes recuso convites para sair com pessoas que não me conhecem muito bem, para evitar essa situação de ficar calada no canto, as pessoas me acharem uma chata, e eu sair com a sensação de que estraguei a diversão de alguém.
- Já em conversas individuais eu me solto mais. Adoro trocar ideias com as pessoas sobre o que a gente gosta de ler, de assistir, de ouvir... conhecer melhor as pessoas é sempre uma coisa divertida pra mim.
- Acho a dança uma das expressões mais lindas do mundo, e acho lindo quem dança, mas morro de vergonha de dançar. Também acho que as pessoas me acham uma chata e sem graça porque eu faço a “dança do poste” nas festas, mas é que eu morro de vergonha de me expor, gente. Ai quando alguém consegue arrancar alguns passinhos meus, e se diverte dançando comigo, me torno eternamente grata a essa pessoa. É como se nela eu pudesse confiar, porque ela não se importa se eu danço mal ou não (tenho uma listinha de pessoas que já dançaram comigo e que fizeram com que eu me sentisse bem e esquecesse o desconforto. Elas nem devem imaginar o quanto são especiais por causa disso).
- Já deu pra reparar que meu problema é com a exposição (seja conversando, dançando, ou fazendo qualquer coisa), neh? Por causa disso, o meu maior desafio hoje em dia é ensinar para turmas cheias de gente. A exposição nessas ocasiões me incomoda de um jeito que vocês não tem noção!
- Sou lenta para processar as coisas. Inclusive para aprender coisas.
- Queria estudar astrologia. Adoro encontrar pessoas que acreditam que conhecer uma ariana traz sorte =P
- Só minha família e meus amigos de infância me chamam de Elisa e Lisa. O resto do mundo me chama de Beth (menos meu namorado que me chama de Elisabeth). Por isso, sempre me sinto acolhida quando alguém me chama de Elisa. É como se a pessoa tivesse um relacionamento de longa data comigo, e isso é, de alguma forma, reconfortante.
- Sinto-me perdida quando as pessoas perguntam de onde eu sou. Nasci no Rio de Janeiro, fui criada em Pesqueira, onde meus pais moram até hoje, passei um bom tempo aqui em Caruaru estudando e trabalhando, e também em Recife, onde parte da minha família mora... Sabe aquele ditado “a gente mora onde moram as pessoas que amamos”? Então eu moro e sou de muitos lugares ao mesmo tempo J
- Sempre quis ter cabelo azul. Acho lindo, mas nunca tive coragem de pintar. Acho que agora vai ter muita gente com o cabelo dessa cor por causa do filme La vie d’Adèle... vai ser muito fofo ver isso.
- Tenho epilepsia e tomo remédio controlado desde os 15 anos de idade. Quando descobri, passava noites chorando achando que ia morrer como minha avó paterna (que teve câncer no cérebro). Tô aqui vivinha J
- Não tenho paciência pra séries de tv... apesar de gostar de algumas, gosto mais de filmes e livros.
- Adoro música. Não imagino minha vida sem ela. Apesar de não saber tocar nada (já tentei aprender a tocar violão, mas sou meio burrinha pra isso), sempre estou ouvindo algo, e viajando na letra e na melodia. Elas sempre me lembram pessoas, lugares, momentos da minha vida... E isso geralmente me emociona.
- Meu olfato é bastante apurado, o que me faz gravar o cheiro de pessoas e momentos, assim como a música, só que de um jeito diferente. Adoro sentir um cheiro que me lembra alguém! Isso me faz feliz de um jeito que eu não sei explicar.
- Sou muito chorona desde pequena. Acho que só parei de chorar em público na escola a partir da 5ª série. Hoje em dia consigo esconder melhor o chororô. Choro com situações que presencio, com filmes, com músicas, com comerciais... mas também tenho o riso frouxo. Rio com qualquer besteira, como diz meu namorado.
- A coisa que mais me orgulha nesse mundo é a simplicidade na qual fui criada. Minha mãe é meu exemplo, e minha família é o que eu tenho de mais precioso nessa vida. Eles são meu ponto forte e ao mesmo tempo meu ponto fraco.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
15 verdades sobre mim
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Da inutilidade das coisas
É
tanta coisa...
Tanta
coisa louca...
Que
a gente se esquece...
Esquece
daquele prazer ingênuo
Que
vem de ler algo simples e se emocionar
De
fazer algo inútil
Ou
de simplesmente parar e sentir
O
mundo e a si mesmo
Como se não houvesse aquela bronca pra resolver
Nem
aquelas pessoas chatas pra aturar.
Só
você e o mundo...
Li,
no blog de uma amiga, um texto delicioso que falava sobre como certas leituras
avivam em nós alguns sentimentos gostosos que já vivenciamos em algum momento
de nossas vidas. Num momento de reflexão pós-texto, me toquei que nunca mais
escrevi nada no meu blog. É que escrever (coisas não acadêmicas) é algo que me traz sentimentos
gostosos todo o tempo. E em meio a tantas obrigações a cumprir, deixei um pouco
de lado esse meu pequeno-grande prazer que é escrever textos carregados de
subjetividade.
O
texto dessa minha amiga e uma leitura fantástica que fiz há um tempo atrás do
Rubem Alves, e que recomendo fortemente (Variações sobre o prazer: Santo
Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette), acabaram me fazendo pensar que em meio a
tanta responsabilidade da vida adulta, a gente esquece um pouco de ser inútil.
Sim, inútil! Esqueça tudo o que você já ouviu e aprendeu sobre inutilidade ser
algo negativo! Estamos acostumados a uma lógica utilitarista e funcionalista,
cuja máxima é a de que só é válido aquilo que é útil. Para pra pensar... aquilo
que é considerado inútil, muitas vezes, é o que a gente mais gosta de fazer! Ficar
de boa (seja sozinho ou com outras pessoas), tomar uma, ler ficção científica,
assistir romances bobinhos ou filme-explode-tudo, etc, etc.
E
o engraçado é que a gente sempre procura uma utilidade para essas coisas, na
tentativa de funcionalizar coisas que existem para nos dar prazer. E só.
Sei
que é difícil aceitar essa ideia, neh? De que algumas coisas só servem para nos
dar prazer e que não há nada de errado em aproveitá-las. Claro! Ideologias
muito bem construidas e disseminadas (por religiões, sistemas econômicos, etc.,
etc.) nos fizeram crer, ao longo da história da humanidade, que estamos aqui para
sermos úteis a algo ou a alguém. O prazer é algo demonizado. Como diria Rubem Alves:
“A
tradição cristã tem medo do prazer. Prazer é artifício do Diabo. Tanto assim
que, para agradar a Deus, os fiéis se apressam a oferecer-lhe sofrimentos e renúncias,
certos de que é o sofrimento dos homens que lhe causa prazer. Não tenho
conhecimento de alguém que, a fim de agradar a Deus, lhe tenha feito promessas
de ouvir Mozart ou fazer amor.”
Duvido
muito que Deus, aquele fofo, adore nos ver sofrer. Além disso, o homem não é
uma máquina!
Não
estou dizendo que é errado ser útil. É essencial! Mas a inutilidade também é
importante. Vamos parar de polarizar as coisas como boas ou ruins. Como disse
uma amiga minha ontem, em conversa, as explicações estão muito mais nos tons de
cinzas do que se possa imaginar (falávamos sobre a ideia de desenvolvimento e
subdesenvolvimento, mas isso é outra história).
À
propósito, artistas considerados importantes (muitas vezes, depois de mortos)
foram considerados inúteis, ociosos e imprestáveis enquanto vivos. Afinal, não
se ocupavam das funções ditas “de prestígio”. Suas ocupações eram a arte. E foi
essa forma de pensar a arte e a cultura que a deixou a margem por tantos anos, quando,
na verdade, ela é algo inquestionavelmente atrelado ao desenvolvimento humano.
Vamos
a auto-reflexão: você constrói suas amizades em função daquilo
que é útil pra você? Você só busca relacionamentos úteis? Você só lê ou assiste
coisas que vão te fazer uma pessoa melhor, alguém mais inteligente, ou algo do
tipo? Acredito (na minha doce – e talvez romântica – visão de mundo) que
ninguém é assim. E se você é, meu amigo... você precisa experimentar a vida de
verdade J
“Prefiro as
máquinas que servem para não funcionar: quando cheias de areia, de formiga e
musgo – elas podem um dia milagrar flores. Também as latrinas apropriadas ao
abandono me religam a Deus. Senhor, eu tenho orgulho de ser imprestável”.
(BRECHT)
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Top 10 - Divas
Depois de muitos pedidos, vários chororôs, incontáveis ladainhas, eis que é chegado o grande momento! Atendendo a "milhares" solicitações dos(as) meus(minhas)
companheiros(as), posto aqui a lista das minhas 10 divas absolutas (juro que só estou
aqui escrevendo besteira porque estou esperando as correções da dissertação, e isso me ajuda a relaxar, hihihihihi).
Vamos lá: Na décima posição, uma mulher de grande presença nos filmes em que já tive o prazer de vê-la atuar. Protagonista de um dos meus longas favoritos (The Constant Gardener), e linda: Rachel Weisz.
Na nona colocação, uma atriz linda de viver! A beleza modéstia e natural de Juliette Binoche:
Na oitava posição, uma mulher super phyna, com cara de menininha (so cute): A
gatxenha da Natalie Portman!
Na sétima posição, uma fofa, de uma beleza alienígena (e olha que eu achava isso antes mesmo de saber que ela atuou no Guia do Mochileiro das Galáxias ^^). Ela ainda tem um jeitinho toda menininha, impossível não se apaixonar! Sim, é ela, a Zoey!
>.<
Na sexta colocação, uma loiríssima. Atriz e cantora, ela é de fazer inveja a qualquer mulher. De tirar o fôlego dos marmanjos, ela, a protagonista da melhor vingança de todos os tempos nas telinhas, Mélanie Laurent *.*
A quinta colocada é uma diva rebelde. Com vocês, a garota interrompida: Winona Ryder :)
No quarto lugar, uma super diva, cuja a atuação sempre dá aquela magia aos enredos. Pra mim, ela sintetiza todo o
mistério das francesas. Com vocês, a eterna Amélie, que deu leveza ao amor, a Audrey Tautou :3
No terceiro lugar, toda a exuberância da beleza latino-americana! A menina dos olhos do Almodóvar, uma das atrizes mais estonteantes de
todos os tempos: Penélope Cruz!
(Tenho uma amiga parecidíssima com ela, mas não vou contar quem é pra
vocês não caírem tudo em cima, hihihi!!)
O segundo lugar só não é o primeiro porque é contemporâneo! Mas essa mulher é linda demais, galere! Confesso
que acho lindo um sorriso largo e olhos grandes, e deve ser por isso que acho essa menina tão magnificamente perfeita! Ela seria ideal pra fazer a Bela, de A Bela e a Fera. Parece uma
princesa (sim, eu assistia e adorava O Diário de uma Princesa u.u)! Com vocês, minha
super diva da atualidade: Anne Hathaway *.*
E no primeiríssimo lugar, a diva mor, a bonequinha de uma
geração, a mulher mais linda das telinhas (páreo a páreo com a
Anne). Ela, a Audrey Hepburn!!!
Não fiquem tristes, meninas! Logo logo vai ter os +10 dos divos também ;)
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