segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

15 verdades sobre mim

  1. Sou muito tímida quando estou em grupos. Tenho certeza que muita gente me acha chata e metida porque quando estou num grupo geralmente fico caladona, mas juro que é pura timidez e que eu sou assim mesmo. Por isso, às vezes recuso convites para sair com pessoas que não me conhecem muito bem, para evitar essa situação de ficar calada no canto, as pessoas me acharem uma chata, e eu sair com a sensação de que estraguei a diversão de alguém.
  2. Já em conversas individuais eu me solto mais. Adoro trocar ideias com as pessoas sobre o que a gente gosta de ler, de assistir, de ouvir... conhecer melhor as pessoas é sempre uma coisa divertida pra mim.
  3. Acho a dança uma das expressões mais lindas do mundo, e acho lindo quem dança, mas morro de vergonha de dançar. Também acho que as pessoas me acham uma chata e sem graça porque eu faço a “dança do poste” nas festas, mas é que eu morro de vergonha de me expor, gente. Ai quando alguém consegue arrancar alguns passinhos meus, e se diverte dançando comigo, me torno eternamente grata a essa pessoa. É como se nela eu pudesse confiar, porque ela não se importa se eu danço mal ou não (tenho uma listinha de pessoas que já dançaram comigo e que fizeram com que eu me sentisse bem e esquecesse o desconforto. Elas nem devem imaginar o quanto são especiais por causa disso).
  4. Já deu pra reparar que meu problema é com a exposição (seja conversando, dançando, ou fazendo qualquer coisa), neh? Por causa disso, o meu maior desafio hoje em dia é ensinar para turmas cheias de gente. A exposição nessas ocasiões me incomoda de um jeito que vocês não tem noção!
  5. Sou lenta para processar as coisas. Inclusive para aprender coisas.
  6. Queria estudar astrologia. Adoro encontrar pessoas que acreditam que conhecer uma ariana traz sorte =P
  7. Só minha família e meus amigos de infância me chamam de Elisa e Lisa. O resto do mundo me chama de Beth (menos meu namorado que me chama de Elisabeth). Por isso, sempre me sinto acolhida quando alguém me chama de Elisa. É como se a pessoa tivesse um relacionamento de longa data comigo, e isso é, de alguma forma, reconfortante.
  8. Sinto-me perdida quando as pessoas perguntam de onde eu sou. Nasci no Rio de Janeiro, fui criada em Pesqueira, onde meus pais moram até hoje, passei um bom tempo aqui em Caruaru estudando e trabalhando, e também em Recife, onde parte da minha família mora... Sabe aquele ditado “a gente mora onde moram as pessoas que amamos”? Então eu moro e sou de muitos lugares ao mesmo tempo J
  9. Sempre quis ter cabelo azul. Acho lindo, mas nunca tive coragem de pintar. Acho que agora vai ter muita gente com o cabelo dessa cor por causa do filme La vie d’Adèle...  vai ser muito fofo ver isso.
  10. Tenho epilepsia e tomo remédio controlado desde os 15 anos de idade. Quando descobri, passava noites chorando achando que ia morrer como minha avó paterna (que teve câncer no cérebro). Tô aqui vivinha J
  11. Não tenho paciência pra séries de tv...  apesar de gostar de algumas, gosto mais de filmes e livros.
  12. Adoro música. Não imagino minha vida sem ela. Apesar de não saber tocar nada (já tentei aprender a tocar violão, mas sou meio burrinha pra isso), sempre estou ouvindo algo, e viajando na letra e na melodia. Elas sempre me lembram pessoas, lugares, momentos da minha vida... E isso geralmente me emociona.
  13. Meu olfato é bastante apurado, o que me faz gravar o cheiro de pessoas e momentos, assim como a música, só que de um jeito diferente. Adoro sentir um cheiro que me lembra alguém! Isso me faz feliz de um jeito que eu não sei explicar.
  14. Sou muito chorona desde pequena. Acho que só parei de chorar em público na escola a partir da 5ª série. Hoje em dia consigo esconder melhor o chororô. Choro com situações que presencio, com filmes, com músicas, com comerciais... mas também tenho o riso frouxo. Rio com qualquer besteira, como diz meu namorado.
  15. A coisa que mais me orgulha nesse mundo é a simplicidade na qual fui criada. Minha mãe é meu exemplo, e minha família é o que eu tenho de mais precioso nessa vida. Eles são meu ponto forte e ao mesmo tempo meu ponto fraco.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Da inutilidade das coisas

É tanta coisa...
Tanta coisa louca...
Que a gente se esquece...
Esquece daquele prazer ingênuo
Que vem de ler algo simples e se emocionar
De fazer algo inútil
Ou de simplesmente parar e sentir
O mundo e a si mesmo
Como se não houvesse aquela bronca pra resolver
Nem aquelas pessoas chatas pra aturar.
Só você e o mundo...

Li, no blog de uma amiga, um texto delicioso que falava sobre como certas leituras avivam em nós alguns sentimentos gostosos que já vivenciamos em algum momento de nossas vidas. Num momento de reflexão pós-texto, me toquei que nunca mais escrevi nada no meu blog. É que escrever (coisas não acadêmicas) é algo que me traz sentimentos gostosos todo o tempo. E em meio a tantas obrigações a cumprir, deixei um pouco de lado esse meu pequeno-grande prazer que é escrever textos carregados de subjetividade.
O texto dessa minha amiga e uma leitura fantástica que fiz há um tempo atrás do Rubem Alves, e que recomendo fortemente (Variações sobre o prazer: Santo Agostinho, Nietzsche, Marx e Babette), acabaram me fazendo pensar que em meio a tanta responsabilidade da vida adulta, a gente esquece um pouco de ser inútil. Sim, inútil! Esqueça tudo o que você já ouviu e aprendeu sobre inutilidade ser algo negativo! Estamos acostumados a uma lógica utilitarista e funcionalista, cuja máxima é a de que só é válido aquilo que é útil. Para pra pensar... aquilo que é considerado inútil, muitas vezes, é o que a gente mais gosta de fazer! Ficar de boa (seja sozinho ou com outras pessoas), tomar uma, ler ficção científica, assistir romances bobinhos ou filme-explode-tudo, etc, etc.
E o engraçado é que a gente sempre procura uma utilidade para essas coisas, na tentativa de funcionalizar coisas que existem para nos dar prazer. E só.
Sei que é difícil aceitar essa ideia, neh? De que algumas coisas só servem para nos dar prazer e que não há nada de errado em aproveitá-las. Claro! Ideologias muito bem construidas e disseminadas (por religiões, sistemas econômicos, etc., etc.) nos fizeram crer, ao longo da história da humanidade, que estamos aqui para sermos úteis a algo ou a alguém. O prazer é algo demonizado.  Como diria Rubem Alves:
“A tradição cristã tem medo do prazer. Prazer é artifício do Diabo. Tanto assim que, para agradar a Deus, os fiéis se apressam a oferecer-lhe sofrimentos e renúncias, certos de que é o sofrimento dos homens que lhe causa prazer. Não tenho conhecimento de alguém que, a fim de agradar a Deus, lhe tenha feito promessas de ouvir Mozart ou fazer amor.”
Duvido muito que Deus, aquele fofo, adore nos ver sofrer. Além disso, o homem não é uma máquina!
Não estou dizendo que é errado ser útil. É essencial! Mas a inutilidade também é importante. Vamos parar de polarizar as coisas como boas ou ruins. Como disse uma amiga minha ontem, em conversa, as explicações estão muito mais nos tons de cinzas do que se possa imaginar (falávamos sobre a ideia de desenvolvimento e subdesenvolvimento, mas isso é outra história).
À propósito, artistas considerados importantes (muitas vezes, depois de mortos) foram considerados inúteis, ociosos e imprestáveis enquanto vivos. Afinal, não se ocupavam das funções ditas “de prestígio”. Suas ocupações eram a arte. E foi essa forma de pensar a arte e a cultura que a deixou a margem por tantos anos, quando, na verdade, ela é algo inquestionavelmente atrelado ao desenvolvimento humano.
Vamos a auto-reflexão:   você constrói suas amizades em função daquilo que é útil pra você? Você só busca relacionamentos úteis? Você só lê ou assiste coisas que vão te fazer uma pessoa melhor, alguém mais inteligente, ou algo do tipo? Acredito (na minha doce – e talvez romântica – visão de mundo) que ninguém é assim. E se você é, meu amigo... você precisa experimentar a vida de verdade J


“Prefiro as máquinas que servem para não funcionar: quando cheias de areia, de formiga e musgo – elas podem um dia milagrar flores. Também as latrinas apropriadas ao abandono me religam a Deus. Senhor, eu tenho orgulho de ser imprestável”. (BRECHT)




quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Top 10 - Divas


Depois de muitos pedidos, vários chororôs, incontáveis ladainhas, eis que é chegado o grande momento! Atendendo a "milhares" solicitações dos(as) meus(minhas) companheiros(as), posto aqui a lista das minhas 10 divas absolutas (juro que só estou aqui escrevendo besteira porque estou esperando as correções da dissertação, e isso me ajuda a relaxar, hihihihihi).

Vamos lá: Na décima posição, uma mulher de grande presença nos filmes em que já tive o prazer de vê-la atuar. Protagonista de um dos meus longas favoritos (The Constant Gardener), e linda: Rachel Weisz.



Na nona colocação, uma atriz linda de viver! A beleza modéstia e natural de Juliette Binoche:




Na oitava posição, uma mulher super phyna, com cara de menininha (so cute): A gatxenha da Natalie Portman!



Na sétima posição, uma fofa, de uma beleza alienígena  (e olha que eu achava isso antes mesmo de saber que ela atuou no Guia do Mochileiro das Galáxias ^^). Ela ainda tem um jeitinho toda menininha, impossível não se apaixonar! Sim, é ela, a Zoey!

                                                                               >.<


Na sexta colocação, uma loiríssima. Atriz e cantora, ela é de fazer inveja a qualquer mulher. De tirar o fôlego dos marmanjos, ela, a protagonista da melhor vingança de todos os tempos nas telinhas, Mélanie Laurent *.*




A quinta colocada é uma diva rebelde. Com vocês, a garota interrompida: Winona Ryder :)



No quarto lugar, uma super diva, cuja a atuação sempre dá aquela magia aos enredos. Pra mim, ela sintetiza todo o mistério das francesas. Com vocês, a eterna Amélie, que deu leveza ao amor, a Audrey Tautou :3



No terceiro lugar, toda a exuberância da beleza latino-americana! A menina dos olhos do Almodóvar, uma das atrizes mais estonteantes de todos os tempos: Penélope Cruz!


 (Tenho uma amiga parecidíssima com ela, mas não vou contar quem é pra vocês não caírem tudo em cima, hihihi!!)



O segundo lugar só não é o primeiro porque é contemporâneo! Mas essa mulher é linda demais, galere! Confesso que acho lindo um sorriso largo e olhos grandes, e deve ser por isso que acho essa menina tão magnificamente perfeita! Ela seria ideal pra fazer a Bela, de A Bela e a Fera. Parece uma princesa (sim, eu assistia e adorava O Diário de uma Princesa u.u)! Com vocês, minha super diva da atualidade: Anne Hathaway *.*



E no primeiríssimo lugar, a diva mor, a bonequinha de uma geração, a mulher mais linda das telinhas (páreo a páreo com a Anne). Ela, a Audrey Hepburn!!!



Não fiquem tristes, meninas! Logo logo vai ter os +10 dos divos também ;)